Blog do Thales Castro - Thales Castro

TRF-1 marca julgamento de inquérito que investiga Braide para dezembro

O TRF (Tribunal Regional Federal) da 1ª Região marcou para o próximo mês —portanto, apenas após o término do segundo turno das eleições municipais de 2020—, o julgamento do inquérito policial 0058214-57.2016.4.01.0000, que tem entre os investigados o deputado federal Eduardo Braide (Podemos). O relator é o desembargador federal Olindo Menezes.

 

Segundo a movimentação processual, o procedimento foi incluído na pauta de julgamento do dia 9 de dezembro deste ano, quando será decidido se os autos devem ser remetidos ao STF (Supremo Tribunal Federal) ou para o Tribunal de Justiça do Maranhão. A discussão gira em torno de haver ou não prerrogativa de foro privilegiado do parlamentar, que é candidato a prefeito de São Luís neste pleito.

 

 

Conforme mostrou ponto a ponto o ATUAL7, Braide e quatro empresas maranhenses, a maioria de fachada, são alvo da Polícia Federal e do MPF por suspeita de desvio de recursos públicos, lavagem de dinheiro e crime de responsabilidade.

 

A investigação teve início a partir de movimentação financeira atípica do parlamentar e demais investigados, em 2014, capturas pelo antigo COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) —rebatizado de UIF (Unidade de Inteligência Financeira) no governo de Jair Bolsonaro (sem partido). À época, ele disputava a reeleição para a Assembleia Legislativa do Maranhão.

 

Na campanha eleitoral de 2020, assim como fez em 2016, Eduardo Braide tentou censurar a imprensa e vem afirmando, insistentemente, que não é nem nunca foi investigado. Contudo, em setembro do ano passado, ele constituiu defesa e outorgou poderes ao escritório Cavalcante de Alencar Advogados Associados para atuar em sua defesa do processo.

 

Além de Eduardo Braide, também são alvo da investigação as empresas Vieira e Bezerra Ltda – ME, A.J.F Júnior Batista Vieira – ME, Escutec – Pesquisas de Mercado e de Opinião Pública Ltda e A4 Serviços e Entretenimento Ltda. O inquérito 0058214-57.2016.4.01.0000, como vem mostrando o ATUAL7, tem relação com fatos apurados em outra investigação da PF, que desbaratou a chamada Máfia de Anajatuba, e cujo investigados são essas mesmas empresas e o pai do parlamentar, o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, Carlos Braide.

 

Informações do Blog Atual7/Yuri Almeida

Institutos são suspeitos de produzir pesquisas fraudulentas à favor de Braide em São Luís

Golpe envolve Prever e Econométrica, ambas com o mesmo estatístico com registro inexistente no CONRE

 

– Em 2014, Econométrica usou dados de estatística falecida para assinar pesquisa

A campanha eleitoral deste ano está provocando o fortalecimento de um fenômeno que não é novo, mas que está criando novas formas: é o esquema fraudulento de pesquisas eleitorais.

 

São centenas de institutos desconhecidos, sem nenhuma estrutura, vendendo resultados a qualquer preço, de levantamentos que provavelmente não são feitos.

O objetivo do suposto esquema visa iludir partidos e candidatos com falsos resultados, feitos para impressionar o eleitor, que se mostra cada vez mais desconfiado com a dança dos números e posições em cada levantamento.

 

Segundo a reportagem apurou, a Econométrica Pesquisa Ltda e Prever – Pesquisas e Consultoria Ltda são suspeitas de integrar o suposto esquema. As duas também foram as que mais erraram resultado eleitoral em municípios maranhenses, evidenciando ainda mais a prática criminosa.

 

De acordo com as denúncias, os dois institutos aparecem nos registros do TSE como autores de pesquisas eleitorais neste 2º turno das eleições em São Luís. Além disso, conforme já mostramos ontem, umas das empresas – a Prever – está registrada em nome de um ex-assessor de Braide. Segundo os documentos obtidos com exclusividade, o intuito é suspeito de favorecer o candidato do Podemos.

 

Outra empresa que estaria atuando nesse molde é a Econométrica, que desde 2014 é acusada de fraude. Além da desconfiança sobre os números, também recaem suspeitas sobre a idoneidade do instituto.

 

Talvez o Instituto Econométrica seja protagonista do maior escândalo das últimas eleições. Há seis anos, o Instituto registrou pesquisa assinada por Celene Raposo de Aquino. Acontece que a profissional estava morta 19 dias antes do registro da pesquisa, que foi feito no Tribunal em 26 de agosto de 2014.

 

Apesar do constrangimento, o Econométrica voltou a registrar pesquisa. Desta vez, assinada por Sergio Pinto Martins, registrado CONRE 5ª Região que engloba Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco e Rio Grande do Norte. No entanto, uma pesquisa no site do órgão mostra que o registro de Sergio Pinto é inexistente.

 

– Com mesmo estatístico da Econométrica, pesquisa Prever de propriedade do ex-assessor de Braide pode ser impugnada

Sergio Martins é o mesmo profissional que assina as pesquisas do Prever. Ou seja, o mesmo estatístico fazer pesquisa na cidade para dois institutos diferentes, com a mesma amostra e com dados semelhantes, evidenciando mais ainda que o óbvio se trata de um golpe.

 

– Econométrica é suspeita de ‘fabricar’ pesquisa usando o mesmo estatistifico da Prever, de propriedade do ex-assessor de Braide

Tanto Prever como Econométrica divulgaram pesquisas com dados semelhantes ontem e hoje. A reportagem apura se uma pesquisa foi feita para que dois institutos pudessem chancelá-las visando dar credibilidade. Além disso, estamos apurando se as empresas receberam recursos de políticos [que apoiam Braide] para manipular dados favoráveis ao candidato.

 

EXIGÊNCIA

 

O TSE exige que toda pesquisa eleitoral seja registrada em seu site antes de realizada, com os dados do contratante e do estatístico responsável. O tribunal, porém, “não realiza qualquer controle prévio sobre o resultado das pesquisas”, segundo informa seu site.

 

A descoberta das fraudes se deu porque, desde as eleições de 2016, o TSE passou a permitir em seu site a consulta por nome e número de registro de estatísticos responsáveis por pesquisas.

 

Em São Luís, a empresa Prever – Pesquisas e Consultoria Ltda usou dados do mesmos estatístico que já assinava levantamentos para a Econométrica. O dono da empresa, Clodomir Martins Albuquerque Júnior, aparece com uma doação de R$ 4 mil na eleição para campanha de Eduardo Braide em 2010 quando o candidato foi eleito para o primeiro mandato de deputado estadual.

 

Meses após as eleições, o dono da Prever foi nomeado por solicitação do próprio Braide para exercer cargo comissionado – símbolo ISO, por meio do ato de N.º 161/2011. A nomeação dele aconteceu em 10 de fevereiro de 2011, com ato publicado pelo Diário da Assembleia, no dia 14 de fevereiro daquele ano.

Duarte ganha direito de resposta após Braide mentir na TV

A Justiça Eleitoral concedeu nesta terça-feira (24) direito de resposta ao candidato à Prefeitura de São Luís, Duarte Junior (Republicanos), que entrou com ação contra o adversário Eduardo Braide (Podemos) por calúnia e difamação.

 

Braide exibiu em seu programa mentiras sobre supostas agressões a idosos e uma mulher. Tais assuntos já foram desmentidos na Justiça. A propaganda eleitoral contou ainda com a participação do candidato derrotado no primeiro turno, Yglésio Moyses (PROS), que afirmou que Duarte teria contraído Covid-19 alguns dias antes do informado oficialmente, transmitido intencionalmente a doença.

 

Dentre as calúnias e difamações, Yglésio chegou ao absurdo de afirmar que o ex-presidente do PRONCON teria coragem de matar para chegar à Prefeitura.

 

Atendendo o pedido de direito de resposta de Duarte, o juiz José Ribamar Goulart Heluy Júnior, da 89ª Zona Eleitoral de São Luís, determinou a retirada imediata da fala de Yglésio do programa de Braide, sob pena de mil reais por dia em caso de descumprimento.

 

“Entendo que as afirmações feitas pelo parlamentar (Yglésio), por serem graves e ofensivas, possuem potencial capaz de lesar a reputação do candidato (Duarte)”, diz trecho da sentença. Com a decisão, Duarte terá direito de resposta de um minuto no programa do candidato Braide.

Márcio Jerry diz que Braide é a personificação da velha política

O deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) disse nesta quarta-feira (25) que Eduardo Braide (Podemos), candidato à prefeitura de São Luís, representa “a arrogante velha política, que acha que ainda pode passar por cima da vontade soberana do povo”.

 

“Eles não aprenderam com as últimas eleições em nosso estado e em nossa capital. O programa do Braide, na TV, foi o primeiro a passar recibo do desespero. Uma sequência de ataques de baixíssimo nível ao Duarte para tentar inverter a tendência de crescimento e vitória do nosso candidato. Não vai dar certo, afinal o povo repele a baixaria”, disse Jerry.

 

Ainda segundo o deputado, as “tendências consistentes” nas pesquisas recentes apontam para a vitória de Duarte.

 

“A oposição tirou do sarcófago político o ‘Bem-te-vi ‘para assoviar ‘pega ladrão’ enquanto ‘batem carteira’. Ou seja, acusam nossa campanha de fazer o que eles estão planejando fazer de ilícito no dia da eleição. Mas nós venceremos, com fé em Deus e na força do povo, no voto livre e consciente”, completou.

Pesquisa Exata aponta empate técnico entre Braide e Duarte

uA quatro dias das eleições, nova pesquisa do Instituto Exata na eleição do segundo turno em São Luís foi divulgada nesta quarta-feira (25).

 

De acordo com o levantamento, Eduardo Braide (Podemos) aparece com 47% das intenções de voto contra 42% do candidato Duarte (Republicanos) na pesquisa estimulada. Brancos, nulos e nenhum somaram 7%; e 4% não sabem ou não responderam.

 

A margem de erro da pesquisa é de 3,11 pontos percentuais.

 

Quando considerados apenas os votos válidos (excluindo-se brancos, nulos e indecisos), Braide tem 53% contra 47% de Duarte.

 

O Instituto Exata ouviu 808 pessoas da capital maranhense nos dias 17 e 18 de novembro de 2020. O levantamento foi registrado no TSE sob o número MA-06694/2020. A margem de erro é de 3,11% e o nível de confiabilidade é de 95%.

Dono do instituto Prever que apontou liderança de Braide foi assessor parlamentar do candidato na AL-MA

Antes da nomeação, entretanto, proprietário do Prever, aparece com uma doação de R$ 4 mil na eleição para campanha do prefeitável em 2010 quando ele foi eleito para o primeiro mandato de deputado estadual

– Clodomir Albuquerque é um doador e ex-assessor de Braide

O empresário Clodomir Martins Albuquerque Júnior, proprietário do instituto Prever – Pesquisa e Consultoria Ltda, não parece nem um pouco preocupado em se mostrar isento, pelo menos quando se trata da corrida eleitoral pela prefeitura de São Luís.

 

Desde junho deste ano, o Prever realiza pesquisas que apontaram o deputado federal Eduardo Braide (Podemos) na liderança das intenções de voto na capital. O problema, entretanto, é que uma descoberta polêmica pode pôr em xeque as amostragens divulgadas até aqui.

 

De acordo com portaria obtida pela reportagem, Clodomir Albuquerque tem motivos de sobras para torcer pela candidatura do prefeitável do Podemos: ele era assessor técnico parlamentar do deputado Eduardo Braide.

 

Conforme o documento ao qual tivemos acesso, o dono do Prever foi nomeado por solicitação do próprio parlamentar para exercer cargo comissionado – símbolo ISO, por meio do ato de N.º 161 /2011. A nomeação dele aconteceu em 10 de fevereiro de 2011, com ato publicado pelo Diário da Assembleia, no dia 14 de fevereiro daquele ano.

 

Esse, entretanto, não é o único caso curioso envolvendo o proprietário do instituto. Clodomir Albuquerque também aparece como doador da campanha do ex-chefe. A contribuição no valor de de R$ 4 mil ocorreu na eleição de 2010, quando Braide foi eleito para o primeiro mandato de deputado estadual.

 

– Sistema do Tribunal Superior Eleitoral revela que dono do Prever fez doação de R$ 4 mil a Braide

A fatura pelo financiamento eleitoral ocorreu logo depois que o parlamentar assumiu o mandato no Legislativo estadual nomeando seu doador de campanha em seu gabinete.

 

– Após doação, Braide pagou fatura com nomeação na Assembleia

Nada contra a nomeação ou a doação, mas fica a pergunta: como confiar nas pesquisas de um instituto cujo proprietário deve favores ao candidato que aparece na liderança? Em uma eleição com políticos desgastados e institutos desacreditados, situações como essas deixa o eleitor mais cabreiro com os levantamentos.

 

LIGAÇÕES PERIGOSAS

 

– Nas redes sociais, Clodomir fala dos ‘caminhos’ de uma campanha com o Prever

O Prever não é a única empresa de estatística ligada a Braide envolvida em polêmicas. O instituto Escutec que já apontou liderança do prefeitável na capital também já teve seu proprietário envolvido em escândalos.

 

Trata-se do empresário Antônio José Fernando Júnior Batista Vieira, mais conhecido por Fernando Junior, alvo de denúncia do Ministério Público por supostamente fazer parte de organização criminosas que desviou R$ 27 milhões da prefeitura de Itapecuru-Mirim.

 

Em 2015, o dono da Escutec chegou a ser preso pela Policia Federal por suposto envolvimento com desvio de recursos dos cofres públicos da Prefeitura de Anajatuba por meio da contratação de “empresas de fachada”. No município anajatubense, os desvios ultrapassam os R$ 13 milhões.

Tati Lobão celebra dois anos do “Fit by Tati”

Com uma programação diversificada, feita especialmente para os seus clientes, a empresária Tatiana Lobão celebra nesta terça-feira (24), dois anos de sua loja “Fit by Tati”.

 

“Eu estou muito feliz e agradecida a Deus por todo esse projeto que só tem dado certo. É muito bom fazer o que a gente ama. Gratidão a todos os meus clientes”, disse.

 

Além de ser uma empresária de sucesso, a loira que é musa fitness e digital influencer, possui milhares de seguidores no Brasil e em todo o mundo.

 

Tatiana apresenta um dos quadros de maior sucesso e audiência da televisão maranhense, o ‘Fit by Tati’, dentro do Programa Algo Mais e, também, comanda um programa diário na Rádio Nova FM.

 

A filha de Paulinha Lobão, possui duas lojas, uma fica localizada no Monumental Shopping e a outra no Golden Shopping.

Márcio Jerry acusa Braide de retardar processo para ocultar que é investigado

Durante toda a corrida eleitoral, em debates, entrevistas e nas redes sociais, Eduardo Braide (Podemos) afirmou que não era alvo de nenhuma investigação, mas reportagem do jornal Folha de São Paulo revelou documentos sigilosos, entre eles uma procuração assinada pelo próprio candidato à Prefeitura de São Luís outorgando poderes a seu advogado para acompanhar o inquérito em que é acusado de corrupção.

 

Agora, o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB) acusa Braide de ter feito manobras ilegais na tentativa de ocultar o processo ao menos até o fim do segundo turno. “Braide sabe que a investigação existe. Ele montou um esquema e conseguiu que o processo, que corre em segredo de justiça, só fosse despachado para o Supremo após a eleição. Ele só não contava que os documentos seriam vazados e que a verdade viria à tona”, disse o parlamentar.

 

A primeira reportagem da Folha, intitulada “Documento do Ministério Público classifica candidato em São Luís como investigado”, foi publicada no dia 7 de novembro, às 23h15. Dois dias depois, numa ação sem precedentes, Braide conseguiu, via juíza Cristiana de Sousa Ferraz Leite, da 76ª Zona Eleitoral do Maranhão, censurar a publicação. No mesmo dia ele faltou pela primeira vez de um debate entre os candidatos.

 

No dia 12 de novembro, a Folha rebateu a decisão da juíza e publicou uma certidão emitida pelo Ministério Público Federal (MPF) confirmando que Braide é alvo de uma investigação. Como consequência, a justiça acabou revogando a decisão que havia censurado reportagem do jornal. Porém, mesmo com os documentos publicados por um dos principais jornais do Brasil, o candidato Braide insiste em dizer em suas redes sociais que não é investigado.

 

“De um candidato a prefeito espera-se que não minta sobre nada, ainda mais sobre fatos graves que desabonam a conduta. Por que Braide não admite o que sabe e se explica aos ludovicenses? Ora, ele não faz isso porque sabe a gravidade das suspeitas”, completou Márcio Jerry.

Pesquisa DataIlha aponta empate técnico entre Braide e Duarte

Blog do Garrone – A TV Band divulgou, neste domingo (22), pesquisa de intenção de voto para prefeito de São Luís no 2° turno realizada pelo Instituto DataIlha. Eduardo Braide (Podemos) aparece na frente, mas o cenário agora é de empate técnico com Duarte Jr (Republicanos).

 

No cenário espontâneo, Braide aparece com 44,3%, enquanto Duarte Jr tem 38,3%. Brancos e nulos são 1,2% e não sabem ou não responderam somam 16,2%.

 

Já no cenário estimulado, Eduardo Braide mantém a liderança com 47%, enquanto Duarte Júnior alcança 41%. Brancos e nulos somam 7,1% e não sabem ou não responderam são 4,8%.

 

Considerando apenas os votos válidos, ou seja, sem brancos e nulos, Braide tem 53,4%, ao passo que Duarte Jr chega a 46,6%.

 

O levantamento foi feito entre os dias 16 e 17 de novembro e ouviu 1.080 eleitores de 44 bairros de São Luís. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O registro na Justiça Eleitoral está sob o número MA-05682/2020.

São Mateus: Miltinho Aragão acusa Cefor de “tocar terror” nas eleições

- Coronel Rovélio candidato derrotado

– Coronel Rovélio, candidato derrotado

“Gravíssima”. Assim pode ser definida a nota assinada pelo prefeito de São Mateus, Dr. Miltinho Aragão (PSB), com relatos que marcaram o pleito que teve seu desfecho final no último domingo (15).

 

No comunicado, o chefe do executivo municipal que garantiu a eleição de seu vice Ivo Rezende como candidato a prefeito, afirmou que a empresa Cefor – Segurança Privada Ltda que tinha um de seus sócios como vice do candidato derrotado Rovélio, montou uma operação de guerra para tentar “salvar” o postulante da chapa oposicionista da derrota.

 

Na nota, Miltinho disse que a Cefor usou estrutura pesada às vésperas das eleições, como se a empresa de transporte de valores fosse enfrentar assaltantes de bancos na cidade. “Nossos eleitores não assaltantes de bancos, são pessoas de bem que se assustaram com toda essa estrutura de guerra, mas eles deram a respostas nas urnas”.

 

Além de armamento, colete a prova de bala, a Cefor também usou seguranças e muitas de suas viaturas, inclusive, carro-forte. O caso será comunicado às autoridades de justiça para avaliar eventuais abusos praticado pela empresa.

 

AGRESSÕES A FAMILIARES

 

Em vídeo, prefeito de São Mateus, Miltinho Aragão, afirmou que sua família foi agredida. Ele mostra marcas de espancamento no genro e fala que foram efetuados tiros na porta de sua casa por membros do Centro de Formação em Segurança Privada (CEFOR).

 

“Fui neste momento ameaçado ao chegar (em sua residência) para pedir a paz, pessoas estão ameaçando, inclusive pessoas ligadas ao Coronel Rovélio (Candidato à prefeitura de São Mateus)”, disse Miltinho Aragão.