“Essas pessoas dormem com o coração na mão”, diz Chaguinhas sobre moradores de área de risco


Em entrevista à TV Band Maranhão, presidente da Câmara de São Luís afirmou que “área de risco acontece por falta da reurbanização”

 

Em entrevista ao telejornal “Band Cidade”, da TV Band Maranhão (canal 15.1), na noite desta sexta-feira (31), o presidente da Câmara Municipal de São Luís, Francisco Chaguinhas (Podemos), falou, entre outros pontos, sobre sua preocupação com as pessoas que vivem em áreas de risco na capital maranhense.

 

Durante sua participação, Chaguinhas disse que tinha recebido um grupo de moradores da Matança, no Anil e, líderes de outros bairros que foram ao Legislativo falar de suas preocupações com os riscos de deslizamentos, enchentes e inundações nas respectivas comunidades.

 

“A Câmara tem protagonizado essa fala a favor da população que mora em área de risco. Afinal, no Brasil nós temos mais de 5 milhões de pessoas vivendo em áreas de riscos e isso acaba sendo uma preocupação, pois a área de risco acontece por falta da reurbanização”, declarou.

 

O chefe do Legislativo chegou a citar, inclusive, um diagnóstico neste sentido que envolve a capital maranhense. Segundo ele, dos dez bairros consolidados, cinco deles têm problemas de alagamentos.

 

“É um trabalho que precisa ser feito, pois é a Câmara dos Vereadores e Assembleia dos Estados que devem discutir para fazer esse debate chegar ao Congresso. Aqui, nós estamos fazendo nossa parte por entender que no período invernoso essas pessoas [que moram nas áreas de riscos] dormem com o coração na mão”, completou.

 

 

“Caminho se faz ao andar”

 

Chaguinhas iniciou a entrevista falando da atuação das comissões permanentes da Casa e destacando a importância da expedição aos portos da zona rural da capital maranhense para conhecer de perto a situação atual dos embarcadouros.

 

Ao ser questionado sobre os desafios que vai enfrentar no percurso da gestão do Palácio Pedro Neiva de Santana, o parlamentar afirmou que um caminho se faz ao caminhar. “Não há caminho, nós vamos fazer o caminho ao andar”, concluiu.

 

Assista (5min16s):

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